Cobras
Cobras compridas se enrolam em galhos e troncos e ligam os outros bichos da cena. Estão na obra de Chico da Silva desde os anos 1940 e seguem nas telas dos discípulos da Escola do Pirambu.
Dragão e Serpente
Aves, Cobras e Insetos
Aves, Peixes e Cobra
Aves e Cobra
Aves, Cobra e Coruja
Aves, Peixes e Cobra
Dragão, Aves, Peixes e Cobra
Aves, Insetos e Cobra
Peixes, Aves e Cobra
Aves, Cobras, Jacaré e Insetos
Aves e Cobra
Ave, Cobra, Sapo e Tatu
Sapo, Cobra, Aves e Insetos
Aves e Cobra
Cobra e Ave
Serpentes Entrelaçadas
Cobras e serpentes
Em 1945, o jornal O Estado, de Fortaleza, falou das cobras lendárias que Chico pintava em vasos de barro. Serpentes das Lages do Rio estava na exposição de 1961, e em 1973 o pintor ainda contava as “monstruosas cobras” entre os seus bichos. Serpente da serra luminosa, guache de cerca de 1966 com dois metros de largura, foi vendido pela Sotheby’s em Nova York em 2023.
Nas obras do acervo, a cobra faz o papel de linha: corre por um galho ou por um tronco e passa entre as aves e os peixes. A pele vem em faixas ou pintas, com medalhões e pontilhado denso, e a cabeça abre a boca com presas e olhos em forma de sol. Em Dragão e Serpente, de 1973, duas cobras listradas se enrolam no galho, e uma delas tem bico de ave.
No ateliê, as cobras passaram a brigar entre si. Babá as pôs em boa parte das telas do Instituto Oboé, como Aves, Insetos e Cobra; Claudionor pintou Cobra e Ave em 2007; e Garcia, em 2025, as Serpentes Entrelaçadas, duas serpentes amarradas uma na outra.