Catálogo de obras

Chico da Silva

Pintor do fantástico, Escola do Pirambu, Fortaleza

Francisco Domingos da Silva (1910–1985), o Chico da Silva, foi um mestre autodidata da pintura naïf brasileira cujos galos, peixes e bichos fantásticos lhe renderam uma menção honrosa na Bienal de Veneza de 1966. Do bairro de Pirambu, em Fortaleza, reuniu um círculo de pintores que ficou conhecido como Escola do Pirambu.

Pinturas Biografia

Galos de Briga, Chico da Silva, 1983Galos de Briga, 1983

O pintor

Homem de camisa polo listrada, visto de perfil, segura um pincel fino sobre a perna de um bicho grande pintado a guache: um bico curvo, um olho redondo, um corpo articulado de crustáceo e uma asa com cauda estampada em leque. A folha está apoiada contra uma parede lisa. Fotografia em preto e branco.
De perfil, ele retoca com um pincel fino a perna de um bicho de bico curvo e cauda em leque, pintado numa folha grande apoiada contra a parede.Autoria não identificada.

A Escola do Pirambu

O ensaio sobre a escola

Do fim de 1963 em diante, a casa dele no Pirambu funcionou como ateliê coletivo: os jovens pintores do bairro aprenderam ali o ofício, cada um numa etapa da mesma tela, e saía pintura num ritmo que mão nenhuma sozinha sustentaria.

Ensaios sobre a vida e a obra de Chico da Silva, escritos a partir de fontes de época: jornais, livros, entrevistas e a própria coleção.

  1. 01O caboclo do Alto Tejo
  2. 02Os murais da Praia Formosa
  3. 03Jean-Pierre Chabloz e a descoberta de Chico da Silva
  4. 04A Escola do Pirambu
  5. 05Veneza, 1966
  6. 06A fábrica de quadros
  7. 07Os últimos anos
  8. 08O Instituto Oboé e o renascimento do Pirambu
  9. 09Garcia, o último discípulo
  10. 10Babá, o primeiro discípulo
  11. 11Claudionor, o desenhista
  12. 12Chica da Silva, a filha do pintor
  13. 13Ivan de Assis, o cinema no bestiário
  14. 14Maria Augusta, a menina que assinou
  15. 15Primitivo, naïf, indígena
  16. 16Legado e redescoberta

Coleção João Cunha

A coleção guarda guaches e acrílicas de Chico da Silva, do fim dos anos 1960 às últimas telas de 1983, junto com a obra do círculo dele: um guache que Maria Augusta assinou em 1973, as telas do renascimento do Pirambu e as que o Garcia pinta hoje.

Cada pintura está fotografada em alta resolução e abre num visualizador de zoom profundo, com ficha, uma descrição escrita para visitantes cegos e um identificador persistente para citar.

Fotografias livres para reuso, com crédito

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