Insetos
Borboletas, besouros, abelhas e aranhas são os bichos pequenos da obra de Chico da Silva e da Escola do Pirambu. Quase sempre aparecem ao lado de uma ave grande, que se volta para eles, ou espalhados pelas árvores e pelas margens das telas.
Duas Aves e um Inseto
Aves Fantásticas e Borboleta
Galo e Borboleta
Dragão, Aves e Insetos
Aves, Cobras e Insetos
Aves e Inseto
Aves, Insetos e Cobra
Aves e Insetos
Ave e Insetos
Aves, Cobras, Jacaré e Insetos
Sapo, Cobra, Aves e Insetos
Ave e Insetos
Ave Fantástica e Insetos
Insetos e borboletas
Em 1973, quando enumerou os seus temas, Chico fechou a lista com as borboletas, e uma Borboleta do Céu já aparece entre as obras de cerca de 1960. No ateliê, os bichos com asas se multiplicaram: Ivan de Assis trouxe animais alados dos filmes de mitologia greco-romana que passavam nos cinemas de Fortaleza, e o próprio Chico os adotou nos quadros que pintou sozinho em 1970.
Nas obras do mestre no acervo, o inseto é o contraponto da ave grande. Em Aves Fantásticas e Borboleta, uma ave se volta para uma borboleta; em Duas Aves e um Inseto, um bico comprido desce sobre um inseto eriçado. Em Animais Fantásticos, de 1978, o inseto toma o quadro inteiro: um inseto grande ataca outro menor sobre fundo azul.
Babá espalhou abelhas, besouros e aranhas pelas árvores e pelas margens das telas do Instituto Oboé, como em Aves, Insetos e Cobra. Claudionor pousou borboletas nos galhos de Ave e Insetos, e Garcia pôs formigas e uma lagarta sobre as folhas de Ave Fantástica e Insetos.